domingo, 8 de março de 2009

Mulheres de Axé! Vamos apoiar o CISAM!


8 de Março
Dia Internacional da Mulher
A Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde através do GT Mulheres de Axé solicita sua Participação na Campanha do CCR-Comissão de Cidadania e Reprodução
Participe, clicando na figura acima, para manifestar seu Apoio Político às Companheiras Feministas e ao CISAM, no caso da menina de 9 anos, submetida a um Aborto Legal em consequência de Violência Sexual, Risco de Vida e Violação dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente.
clicando sobre a figura, c
aso não faça parte de alguma instituição, escreva, no espaço indicado “Cidadã” / “Cidadão”.Uma concretização de Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR), no Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP) - http://www.ccr.org.br/

Saudações Negras Feministas!Vilma Piedade

sábado, 7 de março de 2009

Mulheres Negras e Desigualdades


8 de Março- Dia Internacional da Mulher

De acordo com o Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que observa os dados da Pnad 2007, as mulheres negras estão mais presentes no trabalho doméstico - 21,4% contra 12,1% entre as mulheres brancas - na produção para subsistência e trabalho não remunerado.
Estas mulheres também são o grupo com as menores proporções de carteira assinada (23,3%) e na posição de empregadoras (1,2%).(2)O estudo do Ipea destaca que as taxas de desemprego apresenta indícios da maior precarização da situação das mulheres negras no mercado de trabalho. Enquanto elas apresentaram uma taxa de desocupação de 12,4% em 2007, as mulheres brancas registraram desemprego de 9,4%, os homens negros, 6,7% e os homens brancos, 5,5%

In Memoriam: Mãe Olga de Alaketu

http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A3e_Olga_do_Alaketu
Olga Francisca Régis ou Olga do Alaketu (Salvador, 192529 de setembro de 2005) foi uma iyalorixá de Candomblé do Terreiro Ile Mariolaje em Matatu de Brotas, Salvador, Bahia.
No final do
século XVIII, durante a expansão do Daomé sobre o reino de Ketu, no reinado de Akibiohu, duas netas do rei foram seqüestradas e vendidas como escravas na Bahia.
Uma delas era Otampê Ojarô que, após nove anos trabalhando como empregada doméstica teria fundado, já livre, o Terreiro do Alaketu.
Mãe Olga era filha de
Dionísia Francisca Régis, descendente de Otampê Ojarô, herdeira da linhagem real africana Arô, do antigo reino de Ketu, ex-Daomé, hoje área do Benin, na África Ocidental. Também foi batizada e crismada pela Igreja Católica.
Fonte:http://pt.wikipedia.org

Voto Feminino no Brasil


24 de Fevereiro- Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil!

No código eleitoral Provisório (Decreto 21076), de 24 de fevereiro de 1932, o voto feminino no Brasil foi assegurado, após intensa campanha nacional pelo direito das mulheres ao voto. Fruto de uma longa luta, iniciada antes mesmo da Proclamação da República, foi ainda aprovado parcialmente por permitir somente às mulheres casadas e às viúvas e solteiras que estivessem renda própria, o exercício de um direito básico para o pleno exercício da cidadania.
Em 1934, às restrições ao voto feminino foram eliminadas do Código Eleitoral, embora a obrigatoriedade do voto fosse um dever masculino.
Em 1946 a obrigatoriedade do voto foi estendida às mulheres.Foram muitas as mulheres que lutaram pela conquista do direito ao voto feminino: Julia Barbosa, Bertha Lutz, Leolinda Daltro, Celina Vianna, Nathércia da Cunha Silveira, Antonietta de Barros, Almerinda Gama, Jerônima Mesquita, Maria Luisa Bittencourt, Alzira Teixeira Soriano, Carlota Pereira de Queiroz, Josefina Alvares de Azevedo, Carmem Portinho, Elvira Komel, Amélia Bevilacqua, Isabel de Sousa Matos e diversas outras mulheres que participaram de tão importante conquista.

Chá Preto e Câncer de Mama


Chá preto pode reduzir riscos de câncer de mama

Folha de São Paulo28/01/2009

A chance de que mulheres de menos de 50 anos tenham câncer de mama é 37% menor entre as que consomem diariamente ao menos três xícaras de chá de Camellia sinensis, apontou uma pesquisa do Centro de Câncer de Moffitt, na Flórida.

O estudo não incluiu infusões de ervas como o mate, mais popular no Brasil.Os pesquisadores entrevistaram 5.082 americanas entre 20 e 74 anos que já tiveram câncer e 4.501 sem o histórico. Não foi encontrada relação entre a doença e o consumo de chá entre as Mulheres de mais de 50 anos.Pesquisas anteriores já atribuíram ao alto consumo de chá o número "consideravelmente mais baixo" de morte por câncer de mama em países asiáticos. A bebida tem substâncias antioxidantes, que podem proteger contra alguns tipos da doença.

No entanto, o resultado pode não estar relacionado apenas ao consumo de chá, segundo o biomédico João Ernesto de Carvalho, da Unicamp. "Talvez pessoas que bebem mais chá também consumam mais vegetais e menos carne", diz. (MAURÍCIO HORTA)

Direitos da Mulher

Conselho Nacional dos Direitos da Mulher - CNDM

O Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) foi criado em 1985, vinculado ao Ministério da Justiça, para promover políticas que visassem eliminar a discriminação contra a mulher e assegurar sua participação nas atividades políticas, econômicas e culturais do país.De 1985 a 2005, teve suas funções e atribuições bastante alteradas. No atual governo, passou a integrar a estrutura da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres da Presidência da República, contando em sua composição com representantes da sociedade civil e do governo, o que amplia o processo de controle social sobre as políticas públicas para as mulheres. É também atribuição do CNDM apoiar a Secretaria na articulação com instituições da administração pública federal e com a sociedade civil.

http://www.presidencia.gov.br/estrutura_presidencia/sepm/conselho/

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

In Memoriam:IYÁ DAVINA



Davina Maria Pereira , Iyá Davina, nasceu no ano de 1880, na cidade de Salvador, Bahia. No dia 24 de julho de 1910, foi iniciada por Procópio Xavier de Souza, mais conhecido como Procópio d'Ogun , no Ilê Ogunjá, situado no Baixão, antigo Matatu Grande, em Salvador.Filha de Omolu e Oxalá, muda-se, ainda na década de 1920, para a cidade do Rio de Janeiro, juntamente com seu marido, Theóphilo Marcelino Pereira, ogan do Ilê Ogunjá.

Possuirá, no bairro da Saúde, sua primeira residência no Rio de Janeiro. Lá, abrigará inúmeros conterrâneos de mudanca para o Rio, ficando, tal casa, popularmente conhecida como "Consulado Baiano".Já nesssa época, existia no Rio de Janeiro um famoso terreiro de candomblé, situado na Rua Barão de São Félix, número 174, dirigido pelo renomado pai-de-santo João Alabá. A este, Iyá Davina irá se juntar. Alguns historiadores confirmam que tal terreiro havia sido fundado por Bamboxê Obiticô. João Alabá fora iniciado na Bahia (desconhece-se em qual terreiro). Cultuava grande amizade com sacerdotes baianos, entre estes: Joaquim Vieira da Silva, Tio Joaquim. Por ele, foram iniciadas Carmen do Xibuca e quase todos os membros da familia de Tia Ciata (de sobrenome Jumbeba).

Do mesmo terreiro baiano onde fora iniciado, vieram Vicente Bankolê e sua esposa Tia Pequena, que, após o falecimento de Alabá, herdariam os assentamentos de seu orixá - Omolu - e deslocariam o terreiro da Gamboa para Bento Ribeiro, e, logo depois, para a Baixada Fluminense - criando, assim, a Sociedade Beneficente da Santa Cruz de Nosso Senhor do Bonfim, mais conhecida como Casa-Grande de Mesquita, e que seria a primeira comunidade-terreiro de candomblé a estabelecer-se na Baixada Fluminense.

Iya Davina participará da fundação de inúmeros terreiros no Rio de Janeiro. Entre estes: o Bate-Folha de João Lessengue; o Axé Opô Afonjá de Mãe Agripina, o Terreiro de São Gerônimo e Santa Bárbara, de Mãe Senhorazinha; o Ilê Nidê, de Seu Ninô d'Ogun. Fato que tão bem ilustra os vinculos criados entre migrantes baianos e cidadãos cariocas, determinantes para a preservação, manutenção e criação de novas e velhas tradições culturais.

Sua neta, Mae Meninazinha d' Oxum , matém esses vínculos através das muitas ações que realiza no Ilê Omolu Oxum.

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