quarta-feira, 22 de abril de 2009

Mulheres Unidas Dizem Não à Violência!


Ato Público na CENTRAL DO BRASIL, no Rio de Janeiro, pede política de prevenção ao crime baseada na construção da Cultura de Paz.Na quinta-feira, dia 30 de abril, a partir da 10 horas, o ATO PÚBLICO "MULHERES PELO DIREITO HUMANO A NÃO VIOLÊNCIA" marcará as celebrações do DIA NACIONAL DA MULHER na Central do Brasil.
A manifestação é organizada pela Comissão Executiva Estadual/ RJ dos Delegados da 11° CNDH – Conferência Nacional dos Direitos Humanos.O Ato culminará na realização de uma CONFERÊNCIA LIVRE dentro da programação da CONSEG/RJ, voltada para discussão e debate das Mulheres vítimas da Violência Urbana.
A manifestação de MULHERES PELO DIREITO HUMANO A NÃO VIOLÊNCIA está aberta a todas as pessoas que foram ou se sentem vitimizadas pela Violência. Mulheres que perderam seus filhos/as, companheiros/as, irmãos/as, parentes e amigos/as dizem NÃO a VIOLÊNCIA e a ausência de Segurança Pública que atinge cidadãs/ãos do Estado do Rio de Janeiro.
PARTICIPEM CONOSCO: MULHERES UNIDAS NA CULTURA DE PAZ!(21)3077-9119/9974-37

terça-feira, 7 de abril de 2009

Aprovada Cirurgia Plástica no SUS para Mulheres Vítimas de Agressão

Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres

A Câmara aprovou ontem projeto que obriga o Serviço Único de Saúde (SUS) a oferecer cirurgia plástica para mulheres que tenham sofrido lesões ou sequelas resultantes de agressão física. Pela proposta, os hospitais e centros de saúde, ao receberem as vítimas de violência, deverão informá-las da possibilidade de acesso gratuito, e o benefício será oferecido às vítimas que apresentarem o boletim de ocorrência da agressão.A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou, em caráter conclusivo, o substitutivo do deputado Valtenir Pereira (PSB-MT) ao Projeto de Lei 123/07, do deputado Neilton Mulim (PP-RJ). A proposta segue para o Senado.
Exigências :O substitutivo retirou do texto original a obrigatoriedade de o Poder Executivo se responsabilizar pela formação de equipes de especialistas em cirurgia plástica; pela distribuição de medicamentos durante os períodos pré-operatório e pós-operatório; e pelo controle estatístico dos casos de atendimentos. Segundo o relator, essa determinação é inconstitucional, porque viola o "princípio da separação dos poderes".O texto, no entanto, mantém a exigência de que o médico que indicar a necessidade da cirurgia faça um diagnóstico formal e peça autorização ao responsável pela unidade de saúde respectiva para realizar a cirurgia.DignidadeSegundo Mulim, a maior parte das mulheres vítimas de agressão não possui condições sócio-econômicas para realizar tratamento em casos de sequelas, como cortes profundos e queimaduras. "O projeto procura, assim, devolver a dignidade à mulher lesionada e dar-lhe conforto psico-emocional", diz.Antes de ser aprovado na CCJ, o projeto foi analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Finanças e Tributação. Nessa última, a relatora, deputada Luciana Genro (Psol-RS), ressaltou que o projeto garante a amplitude de atendimento necessária, inclusive com a possibilidade de o SUS encaminhar essas mulheres a clínicas privadas.Segundo ela, o fato de o projeto exigir um boletim de ocorrência para o atendimento hospitalar também pode ter impacto sobre as estatísticas de violência contra a mulher, uma vez que muitas mulheres não prestam queixas quando agredidas. "Para que a mulher tenha acesso à cirurgia, ela vai ter que denunciar essa agressão, ela vai ter que fazer a ocorrência. Então, os órgãos policiais, o Poder Judiciário, as instituições como um todo terão melhores condições de auferir os níveis de violência contra a mulher e também de combatê-la", acrescentou.Íntegra da proposta:- PL-123/2007
Notícias anteriores:Finanças aprova cirurgia plástica para mulheres agredidas Seguridade aprova plástica no SUS para mulheres agredidas
Reportagem - Rodrigo BittarEdição - Regina Céli Assumpção(Reprodução autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara')Agência CâmaraTel. (61) 3216.1851/3216.1852Fax. (61) 3216.1856E-mail:agencia@camara.gov.br

Fórum Virtual Sobre DST/AIDS

Fórum virtual debate prevenção das DST e aids

A Internet é usada como ferramenta de interação no combate à epidemia
As discussões sobre os novos desafios para a prevenção da aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis chegam ao mundo virtual.

O Programa Nacional de DST e Aids do Ministério da Saúde lança, no dia 6 de abril, o Prevenção na Rede: Fórum Virtual de DST e Aids para discutir com a sociedade experiências inovadoras na área de prevenção às doenças sexualmente transmissíveis.

Fonte: www.unfpa.org

domingo, 8 de março de 2009

Mulheres de Axé! Vamos apoiar o CISAM!


8 de Março
Dia Internacional da Mulher
A Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde através do GT Mulheres de Axé solicita sua Participação na Campanha do CCR-Comissão de Cidadania e Reprodução
Participe, clicando na figura acima, para manifestar seu Apoio Político às Companheiras Feministas e ao CISAM, no caso da menina de 9 anos, submetida a um Aborto Legal em consequência de Violência Sexual, Risco de Vida e Violação dos Direitos Humanos da Criança e do Adolescente.
clicando sobre a figura, c
aso não faça parte de alguma instituição, escreva, no espaço indicado “Cidadã” / “Cidadão”.Uma concretização de Comissão de Cidadania e Reprodução (CCR), no Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP) - http://www.ccr.org.br/

Saudações Negras Feministas!Vilma Piedade

sábado, 7 de março de 2009

Mulheres Negras e Desigualdades


8 de Março- Dia Internacional da Mulher

De acordo com o Retrato das Desigualdades de Gênero e Raça, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que observa os dados da Pnad 2007, as mulheres negras estão mais presentes no trabalho doméstico - 21,4% contra 12,1% entre as mulheres brancas - na produção para subsistência e trabalho não remunerado.
Estas mulheres também são o grupo com as menores proporções de carteira assinada (23,3%) e na posição de empregadoras (1,2%).(2)O estudo do Ipea destaca que as taxas de desemprego apresenta indícios da maior precarização da situação das mulheres negras no mercado de trabalho. Enquanto elas apresentaram uma taxa de desocupação de 12,4% em 2007, as mulheres brancas registraram desemprego de 9,4%, os homens negros, 6,7% e os homens brancos, 5,5%

In Memoriam: Mãe Olga de Alaketu

http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A3e_Olga_do_Alaketu
Olga Francisca Régis ou Olga do Alaketu (Salvador, 192529 de setembro de 2005) foi uma iyalorixá de Candomblé do Terreiro Ile Mariolaje em Matatu de Brotas, Salvador, Bahia.
No final do
século XVIII, durante a expansão do Daomé sobre o reino de Ketu, no reinado de Akibiohu, duas netas do rei foram seqüestradas e vendidas como escravas na Bahia.
Uma delas era Otampê Ojarô que, após nove anos trabalhando como empregada doméstica teria fundado, já livre, o Terreiro do Alaketu.
Mãe Olga era filha de
Dionísia Francisca Régis, descendente de Otampê Ojarô, herdeira da linhagem real africana Arô, do antigo reino de Ketu, ex-Daomé, hoje área do Benin, na África Ocidental. Também foi batizada e crismada pela Igreja Católica.
Fonte:http://pt.wikipedia.org

Voto Feminino no Brasil


24 de Fevereiro- Dia da Conquista do Voto Feminino no Brasil!

No código eleitoral Provisório (Decreto 21076), de 24 de fevereiro de 1932, o voto feminino no Brasil foi assegurado, após intensa campanha nacional pelo direito das mulheres ao voto. Fruto de uma longa luta, iniciada antes mesmo da Proclamação da República, foi ainda aprovado parcialmente por permitir somente às mulheres casadas e às viúvas e solteiras que estivessem renda própria, o exercício de um direito básico para o pleno exercício da cidadania.
Em 1934, às restrições ao voto feminino foram eliminadas do Código Eleitoral, embora a obrigatoriedade do voto fosse um dever masculino.
Em 1946 a obrigatoriedade do voto foi estendida às mulheres.Foram muitas as mulheres que lutaram pela conquista do direito ao voto feminino: Julia Barbosa, Bertha Lutz, Leolinda Daltro, Celina Vianna, Nathércia da Cunha Silveira, Antonietta de Barros, Almerinda Gama, Jerônima Mesquita, Maria Luisa Bittencourt, Alzira Teixeira Soriano, Carlota Pereira de Queiroz, Josefina Alvares de Azevedo, Carmem Portinho, Elvira Komel, Amélia Bevilacqua, Isabel de Sousa Matos e diversas outras mulheres que participaram de tão importante conquista.

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